Perante a escrita
DOI:
https://doi.org/10.21747/21828954/ely26a4Abstract
A escrita é flutuante, tanteante, indisciplinada, mas enquanto maneira absoluta de ver as coisas constitui um instrumento único de prospeção da realidade. Ao mesmo tempo laboratório formal, na escrita ou pela escrita tem lugar a confrontação entre a contingência da existência e a força da linguagem, entre a ambiguidade do que é significação e a consciência reflexiva. O presente ensaio procura revisitar e problematizar essa potência e essa impropriedade, aspirando a delinear um horizonte de investigações.
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